






“Eu te amo” - Ela disse, um pouco aflita. “Eu te amo muito, muito mesmo. Não da primeira vez que te vi, mas desde um tempo depois. Eu realmente te amo, de todo o meu coração, se é que isso é possível. Eu penso em você sempre, quase o dia todo, e sempre fico esperando a hora de te ver… Clichê mas é verdade. Eu te amo e não quero que você me ame de volta. Ok, querer eu quero, mas você não é obrigado à isso. Mas vem cá, deixa eu dizer que te amo, que amo você, que os seus olhos me encantam, que sua inteligência me deixa boba, que o seu sorriso é o mais fofo e que você é a pessoa mais meiga e desejável que eu já encontrei de todas as esquinas e lugares que fui nessa pequenina vida. Vem cá e deixa eu dizer como eu amo as bandas que você curte e como amo os livros que você lê. Vem cá e deixa eu dizer que te amo, amo muito e que não quero deixar de te ver, vem cá e fica quietinho, só me escuta. Isso não é pra ser um diálogo, eu falo e você não precisa responder. É que eu guardei isso por um tempo e preciso falar: Eu te amo, amo muito, amo mesmo.” Tudo que ela queria é que ele sorrisse e que os olhos dele desaparecessem…
